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Artículos etiquetados con: cinema costarriquenho

ESTREA-SE NA ESPANHA ‘EL DESPERTAR DE LAS HORMIGAS’, PRÊMIO DO JÚRI NO RECENTE FESTIVAL DE SEATTLE

O despertar das formigas (“El despertar de las hormigas”), primeira obra da costarriquenha Antonella Sudasassi Furniss, estreará-se na toda Espanha na próxima sexta feira 2 de agosto, depois de passar pelos festivais internacionais de Berlim, Málaga e Seattle, onde recebeu o Prêmio do Júri. O filme – uma coprodução de Costa Rica e Espanha que recebeu a ajuda de Ibermedia para a Coprodução na convocatória 2019 – conta a história de uma mulher jovem que vive com o seu esposo e suas duas filhas numa área rural de Costa Rica. Para todos, Isabel é uma boa mulher: boa esposa, boa madre, boa nora. Até que a sua família política começa a pressioná-la para que tenha outro bebé, “o homem”. A intimidade e liberdade da família tornam-se então temas de escrutínio público, uma das formas em que funciona o modelo social – repleto de exigências absurdas para a mulher – em que estamos imersos.

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‘Cinza preta’, um filme para “entender que a natureza da vida é a separação”. Conversamos com a sua diretora, Sofía Quirós.

Cinza preta narra a história de Selva, uma adolescente de 13 anhos que vive com o seu avô, o Tata, numa aldeia do Caribe de Costa Rica. Sem o seus pais, que já não estão com ela para orienta-la, e cercada dum entorno feroz que influência cada um de seus atos e emoções, Selva irá adquirindo uma consciência e uma sabedoria inusitada numa menina da sua idade. Deverá defrontar-se não só ao Tata, que à primeira vista tem “visões”, mas a uma mulher maior e alcoolizada que os faze companhia e a educa em a sua feminilidade, e com a própria descoberta de o seu corpo quanto a esse outro grande corpo que é a natureza na grande cultura latino-americana. Então é como Selva descobrirá que a morte não é a interrupção da vida, mas uma mudança na outra dimensão, e isso a dirá algo, a equipará de uma visão. Ceniza negra_aficheSobre esta premissa dramática que convirja com uma cosmovisão pré-colombiana hoje em regressão numa América Latina cada vez mais urbana e cosmopolita, a costarriquenha nascida em Argentina Sofía Quirós Úbeda estreia-se no longa com um filme excelente, inusitado também para uma cineasta jovem com três filmes curtos em sua posse (incluídos os bem-vindos e galardoados Al otro lado Selva). Cinza preta, que recebeu o apoio de Ibermedia para a coprodução na convocatória 2017, estreou-se no recente Festival de Cannes, no qual foi candidato a Câmera d’Ouro e o Grande Prémio da Semana da Crítica, e no momento concorre com o Prémio ao Melhor Diretor Emergente ao Festival de Munique. Ler mais…

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