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Artículos etiquetados con: Festival de Cannes

LA INCUBADORA DA ECAM ABRE A CONVOCATÓRIA DE INSCRIÇÃO DE PROJETOS DE LONGA-METRAGEM COM UM ACORDO COM O FOCUS COPRO

La Incubadora da ECAM (Escola de Cinematografia e do Audiovisual da Comunidade de Madrid) assinou um acordo com o Focus CoPro’, iniciativa impulsionada pelo Short Film Corner do Festival de Cannes, para que um dos cinco projetos selecionados da sua III Edição participe no Focus CoPro’ 2020. O prazo de inscrição estará aberto até domingo dia 27 de outubro de 2019. O projeto selecionado para o Focus CoPro’ 2020 irá realizar um pitch no Festival de Cannes com o objetivo de procurar acordos de co-produção perante um público internacional. A missão do Focus CoPro’ é impulsionar a produção e co-produção internacional de primeiras obras, pelo que se trata de um dos encontros dirigidos a realizadores/as emergentes mais importantes a nível global. Neus Ballús, Pablo Berger, Emma Lustres, Sandra Tapia, Marisa F. Armenteros e Nacho Vigalondo serão alguns dos mentores em produção, argumento e realização durante os cinco meses abrangidos no programa da III Edição de La Incubadora.

*Na imagem, apresentação da III Edição de La Incubadora na Sala Equis de Madrid.

A esta aliança com o Focus CoPro’ devem-se acrescentar os acordos que La Incubadora da ECAM já assinou com o TIFF Filmmaker Lab (do Toronto International Film Festival), o Torino Film Lab Meeting Event, o Rotterdam Lab (do IFFR) e a EAVE (a European Audiovisual Entrepreneurs organization for audiovisual producers).

Do mesmo modo, La Incubadora conta com a colaboração do Festival de San Sebastián através da iniciativa Meet Them! e o fórum de co-produção hispano-francês Small is Biútiful – Espagnolas en París, que promove as trocas e sinergias entre as cinematografias francesa e espanhola. Também conta com o apoio da Acción Cultural Española (AC/E) através do seu Programa para a Internacionalização da Cultura Espanhola (PICE) na Modalidade de Visitantes.

La Incubadora abre o prazo de inscrição de projetos de longa-metragem para a sua III Edição através do seu site www.thescreen.es.

Mantêm-se as condições gerais relativamente a edições anteriores: podem inscrever projetos produtores/as emergentes residentes em Espanha; os projetos deverão ter um(a) realizador(a) confirmado/a e o filme deverá ser a sua primeira, segunda ou terceira longa-metragem; e poderão ser inscritos projetos de qualquer género e com uma primeira versão de argumento com diálogos.

Cada projeto irá receber uma dotação de 10.000 (dez mil) euros como apoio ao desenvolvimento e cada equipa (produtor(a), realizador(a) e argumentista) contará com uma bolsa de viagem para cobrir as suas deslocações a Madrid caso resida noutras regiões de Espanha.

SOBRE LA INCUBADORA

La Incubadora é um programa de desenvolvimento de longas-metragens dirigido a produtores, realizadores e argumentistas emergentes residentes em Espanha através de tutorias, aconselhamento individual, workshops e financiamento de cinco projetos de longa-metragem com potencial internacional. Faz parte do programa The Screen, que acolhe iniciativas destinadas ao impulso do tecido audiovisual espanhol, dirigidas à Comunidade ECAM (alunos e professores) e abertas também a profissionais do setor em Espanha inteira.

La inocencia, projeto que surgiu da primeira edição, primeira obra de Lucía Alemany com Laia Marull, Sergi López, Joel Bosqued e a jovem promessa Carmen Arrufat, acaba de participar na 67.ª edição do Festival Internacional de Cinema de San Sebastián e irá estrear brevemente nas salas. Ane, projeto realizado por David Pérez Sañudo, conta com o apoio da RTVE e da ETB, e irá iniciar as filmagens em breve. La mala familia, realizado por Nacho A. Villar e Luis Rojo, também irá iniciar as filmagens brevemente.

Representantes de fundos e programas internacionais como o Ibermedia, Eurimages, Media; mercados como o FIDLAB, Rome MIA Market e o London Production Finance Market; companhias de vendas internacionais como a Visit Films, New Europe Film Sales, Films Boutique, Coproduction Office ou a Rise and Shine World Sales; e diretores de aquisições e responsáveis pela produção de empresas como a Netflix, Amazon Studios, Movistar +, Atresmedia Cine, TVE e Telemadrid, participaram como consultores na primeira e segunda edições de La Incubadora, que este ano irá continuar com as sessões de trabalho até julho.

Os projetos de La Incubadora foram selecionados em fóruns e mercados como o Bogotá Audiovisual Market (BAM), o Málaga Festival Industry Zone (MAFIZ) do Festival de Málaga, o Ventana Sur de Buenos Aires, o Focus CoPro’ do Festival de Cannes, o Cima Mentoring ou o Laboratorio de Escritura SGAE, entre outros.

‘Cinza preta’, um filme para “entender que a natureza da vida é a separação”. Conversamos com a sua diretora, Sofía Quirós.

Cinza preta narra a história de Selva, uma adolescente de 13 anhos que vive com o seu avô, o Tata, numa aldeia do Caribe de Costa Rica. Sem o seus pais, que já não estão com ela para orienta-la, e cercada dum entorno feroz que influência cada um de seus atos e emoções, Selva irá adquirindo uma consciência e uma sabedoria inusitada numa menina da sua idade. Deverá defrontar-se não só ao Tata, que à primeira vista tem “visões”, mas a uma mulher maior e alcoolizada que os faze companhia e a educa em a sua feminilidade, e com a própria descoberta de o seu corpo quanto a esse outro grande corpo que é a natureza na grande cultura latino-americana. Então é como Selva descobrirá que a morte não é a interrupção da vida, mas uma mudança na outra dimensão, e isso a dirá algo, a equipará de uma visão. Ceniza negra_aficheSobre esta premissa dramática que convirja com uma cosmovisão pré-colombiana hoje em regressão numa América Latina cada vez mais urbana e cosmopolita, a costarriquenha nascida em Argentina Sofía Quirós Úbeda estreia-se no longa com um filme excelente, inusitado também para uma cineasta jovem com três filmes curtos em sua posse (incluídos os bem-vindos e galardoados Al otro lado Selva). Cinza preta, que recebeu o apoio de Ibermedia para a coprodução na convocatória 2017, estreou-se no recente Festival de Cannes, no qual foi candidato a Câmera d’Ouro e o Grande Prémio da Semana da Crítica, e no momento concorre com o Prémio ao Melhor Diretor Emergente ao Festival de Munique. Ler mais…

TRÊS FILMES DA IBERMEDIA, E OUTROS 23 IBERO-AMERICANOS, NA SELEÇÃO DE CANNES 2019

Vinte e seis filmes ibero-americanos, três deles realizados com o apoio do Programa Ibermedia, foram selecionados para diferentes secções da 72.ª edição do Festival de Cannes que se irá realizar de 14 a 25 de maio. Isto constitui um motivo de satisfação para os institutos de cinematografia dos países da nossa comunidade representados na exigente seleção do histórico festival francês. Os três filmes que irão estar em Cannes e que receberam os apoios da Ibermedia são: Ceniza negra, uma coprodução entre a Costa Rica, a Argentina e França realizada pela costa-riquenha Sofía Quirós, que participa na Semana da Crítica; Canción sin nombre, da peruana Melina León (coprodução do Peru, Espanha, Estados Unidos e Suíça), que participa na Quinzena dos Realizadores; e Perros, del chileno Vinko Tomicic, seleccionada para la Résidence de la Cinéfondation de Cannes y posteriormente elegida como Mejor Proyecto para esta 72ª edición del Festival.
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Homenaje a la venezolana Margot Benacerraf, a 60 años de su doble reconocimiento en Cannes

La Casa de América de Madrid junto con la antropóloga Andreina Aveledo han organizado un homenaje a la cineasta venezolana Margot Benacerraf con motivo del 60º aniversario del histórico triunfo que obtuvo con su película Araya en el Festival de Cannes de 1959. Ese año, Araya, un hermoso documental sobre las salinas y los habitantes de esa árida zona del oriente venezolano, mereció los Premios de la Crítica Internacional y de la Comisión Técnica. Pero tal vez más importante que eso, puso al cine iberoamericano realizado por mujeres en su justo lugar, uno que hasta entonces no tenía: el del reconocimiento de su altísima calidad, a la par de cualquier otra cinematografía dentro o fuera del ámbito iberoamericano. El programa incluye —cómo no— la proyección de esa película, así como Reverón (1952) y otro documental dedicado a su figura, Madame Cinéma, de 2018. Ler mais…

‘LA DEFENSA DEL DRAGÓN’, DA COLOMBIANA NATALIA SANTA, NA CASA DA AMÉRICA DE MADRID

Três amigos no centro de Bogotá: um jogador de xadrez que vive dos jogos de sorte, um fabricante de relógios que se recusa a fechar a oficina e um homeopata espanhol cuja vocação é o póquer. Vivem refugiados na segurança dos seus mundos. A vida irá mostrar-lhes que nunca é tarde para arriscar. Sobre estas histórias, a cineasta colombiana Natalia Santa constrói La defensa del dragón, um filme que estreou na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes 2017 e que antes foi selecionado para a III Oficina de Projetos Cinematográficos da América Central e Caribe, organizada pelo Ibermedia e realizada em Manágua, Nicarágua, em 2014. O filme será apresentado dentro do ciclo “Cartografía de la memoria” da Casa de América na segunda-feira 4 de março. Ler mais…

“Una película se escribe desde lo humano, desde el personaje; la política es el contexto”. Marcela Said habla de ‘Los perros’

A menudo el premio a la Mejor Película Iberoamericana de los Goya recae en la favorita que comparten el público y la crítica. Este año no sólo es que las favoritas sean dos (Roma, del mexicano Alfonso Cuarón, y El ángel, del argentino Luis Ortega) sino que junto a ellas compiten otras dos grandísimas películas con las posibilidades intactas de ganar: La noche de 12 años, del uruguayo Álvaro Brechner, y la extraordinaria Los perros, de la chilena Marcela Said. Estas dos últimas, además, son “las de Ibermedia”, pues ambas recibieron ayudas del Programa para su realización. La noche… recibió dos: ayuda al Desarrollo en la Convocatoria 2014 y a la Coproducción en 2016, y Los perros ayuda a la Coproducción también en 2016. Los perros_cartel 1Los perros cuenta la historia de Mariana (Antonia Zegers), una mujer de clase alta chilena a la que no toman en serio los hombres que la rodean. Ni siquiera su padre, uno de los empresarios más renombrados del país, ni su marido, un argentino exiliado en Chile con familiares víctimas de la dictadura argentina. Esta exploración del machismo que se da en la alta burguesía chilena (y latinoamericana) descansa sobre otra historia política, la de los secuestros y asesinatos de la dictadura de Pinochet, encarnada en el tercer hombre que rodea a Mariana: Juan (Alfredo Castro), su profesor de equitación, un ex coronel que está siendo juzgado por sus crímenes contra la humanidad. ¿Quiénes son “los perros” del título? He ahí la pregunta que Marcela Said responde brillantemente a través de esta película que se estrenó en la Semana de la Crítica del Festival de Cannes y desde entonces ha ganado una docena de premios internacionales como el Horizontes Latinos en San Sebastián o el Premio del Jurado en el Festival de Biarritz. En Ibermedia conversamos largamente con ella. Ler mais…

“Escribir un guión no es una consecución de cosas que tienen lógica, sino de cosas que quieres ver”. Conversamos con Gustavo Rondón Córdova, director de ‘La familia’

Con 16 premios internacionales, otros seis en su país y tras un recorrido por más de 50 festivales en el mundo, hace unos días se estrenó en España La familia, la extraordinaria ópera prima del venezolano Gustavo Rondón Córdova. La película, que además fue la elegida en Venezuela para representar al país en los Oscar 2019, cuenta la huida que deben emprender Pedro, un niño-preadolescente de doce años, y Andrés, su padre, después de que el chico hiere gravemente a otro por defenderse en una pelea callejera. Hasta ese momento padre e hijo han vivido solos en un barrio pobre de Caracas, rodeados de violencia y sin tiempo para verse. La familia_aficheDe la mamá del muchacho no se sabe nada, y ése es el primer gran acierto de la película: en un continente donde la figura familiar predominante es la madre, donde el padre suele ser el personaje ausente que no pocas veces ha huido abandonando a sus hijos, La familia explora el modelo opuesto. Andrés es un padre lleno de amor pero sin tiempo para mostrarlo a través del afecto: tiene dos trabajos, uno de ellos nocturno, y con frecuencia no vuelve a dormir a casa. Su obligada huida para proteger a Pedro pondrá a prueba una relación basada hasta ese momento en las carencias, el silencio y unos pocos retazos afectivos. ¿Es posible construir una familia a partir de esos retazos? Con las ideas claras de quien no dudó en irse a estudiar cine a la República Checa, Rondón responde a ésta y otras preguntas en la entrevista que le hicimos hace unos días a su paso por España. Ler mais…

‘La familia’, del venezolano Gustavo Rondón Córdova, se estrena el 14 de diciembre en España

Con 16 premios internacionales, otros seis en su país y tras un recorrido por más de 50 festivales en el mundo, el próximo viernes 14 de diciembre se estrenará en España La familia, la extraordinaria ópera prima del venezolano Gustavo Rondón Córdova. La película, que además es candidata a los Goya y ha sido elegida por Venezuela para los Oscar 2019, cuenta la huida que deben emprender Pedro, un púber de doce años, y Andrés, su padre que lo cría solo, después de que el chico hiere gravemente a otro por defenderse en una pelea callejera. Hasta ese momento padre e hijo han vivido un barrio pobre de Caracas, rodeados de violencia y sin tiempo para verse. Andrés tiene dos trabajos y a veces no vuelve a dormir a casa. La huida pondrá a prueba una relación basada hasta ese momento en las carencias, el silencio y unos pocos retazos afectivos. ¿Es posible construir una familia a partir de esos retazos? El 14 de diciembre se estrena en España.
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Ventana Sur, el mercado de cine latinoamericano que se realiza cada año en Buenos Aires, celebra su 10º aniversario

Ventana Sur, el mercado de cine latinoamericano organizado conjuntamente por el Instituto Nacional de Cine y Artes Audiovisuales de Argentina (INCAA) y el Marché du Film del Festival de Cannes, cumple diez años y los celebrará como siempre en la ciudad de Buenos Aires del 10 al 14 de diciembre de 2018. También, como cada año, Ventana Sur ha incluido en su programa secciones imprescindibles como Primer Corte, convocatoria dirigida a películas que se encuentren en fase de postproducción; Animation!, para productores y realizadores de cine de animación, o Copia Final, para películas que estén terminadas pero que aún no hayan salido de su país de producción y estén a la búsqueda de agentes de venta, distribuidores o representantes de festivales internacionales. Ralph Haiek, presidente del INCAA, adelantó en el reciente Festival de San Sebastián que en la 10ª edición de Ventana Sur “habrá invitados de las principales industrias de todo el mundo que están muy interesados en las novedades que tienen las producciones latinoamericanas”.

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Restaurar el cine cubano. Una nueva vida para ‘Lucía’, la obra maestra de Humberto Solás

Este lunes 1 y martes 2 de octubre, los cinéfilos y admiradores del gran cine cubano tienen una cita ineludible en la Casa de América de Madrid. El lunes, el crítico, historiador cinematográfico y director de la Cinemateca de Cuba Luciano Castillo dará una charla titulada Restaurar el cine. Una nueva vida en la que, destacando la salvaguarda y divulgación del patrimonio cinematográfico, pondrá el acento en uno de los clásicos del cine iberoamericano que ha sido objeto de este proceso: Lucía (1968), la obra maestra del cubano Humberto Solás, considerada por la crítica como una de las diez películas más importantes de la historia del cine iberoamericano. La copia remasterizada de Lucía fue presentada en la sección Cannes Classics en 2017 y, desde entonces, ha significado un auténtico descubrimiento para unos y, para otros, la confirmación que el tiempo ha incidido en su favor. El martes 2, la Casa de América ofrecerá un pase de esta deslumbrante copia que se podrá ver por primera vez en España. En ambos casos, la entrada es libre hasta completar el aforo de las respectivas salas. Ler mais…

‘Enigma’, la esperada ópera prima del chileno Ignacio Juricic, se estrena mundialmente en el Festival de San Sebastián

Enigma, ópera prima del chileno Ignacio Juricic, se estrenará mundialmente en la sección Horizontes Latinos del Festival de San Sebastián que empieza el próximo viernes 21 de septiembre y va hasta el sábado 29. La película narra el drama de Nancy, una mujer que recibe la oferta de un programa de televisión sobre misterios sin resolver para participar en el episodio que contará la historia de su hija, una chica asesinada a golpes en un ataque homófobo cuyos autores, ocho años después, siguen libres. Nancy debe enfrentar no sólo las distintas versiones que circulan sobre lo que sucedió el día del crimen, sino a su propia familia y sus dudas sobre si merece la pena participar o no en esa clase de programas de televisión. Juricic es el celebrado director del cortometraje Locas perdidas que en 2015 ganó el segundo premio de la Fundación de Cine en el Festival de Cannes y al mejor corto LGBT de la sección oficial de dicho certamen. Ler mais…

Cuatro películas de Ibermedia en el Festival de Cannes y la Quincena de Realizadores

Los silencios, de la brasileña Beatriz Seigner, recibió ayudas del Programa Ibermedia tanto al Desarrollo como a la Coproducción, esta última en la Convocatoria 2016. O grande circo místico, del también brasileño Carlos Cacá Diegues, recibió ayuda a la Coproducción en la Convocatoria 2015. Pájaros de verano, de los colombianos Ciro Guerra y Cristina Gallego, recibió ayuda a la Coproducción en la Convocatoria 2016. Y El motoarrebatador, de Agustín Toscano, además de recibir ayuda a la Coproducción en la Convocatoria 2017, había participado en la 14ª edición del Curso de Desarrollo de Proyectos Cinematográficos Iberoamericanos 2016. ¿Qué más comparten estas cuatro películas iberoamericanas? Su selección para el Festival de Cannes y la Quincena de Realizadores que se celebran actualmente en la capital francesa del cine mundial. Ler mais…

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